sexta-feira, 15 de julho de 2011

Engenharia de Controle e Automação

Perfil Profissional


O Engenheiro de Controle e Automação é um profissional que deverá ter uma formação multidisciplinar nas áreas de eletrônica, mecânica, informática e processos, além de conhecimentos sólidos em áreas básicas como física e matemática. Dessa forma, objetiva-se a formação de um profissional apto a atender às crescentes e variáveis demandas impostas pelas mudanças tecnológicas, sociais e econômicas. 

Esta formação abrangente habilita o profissional a atuar em diversas áreas de trabalho onde as técnicas de automação se aplicam, incluindo as aplicações tradicionais nos sistemas industriais (controle e automação de processos contínuos, máquinas operatrizes computadorizadas, robóticas, etc) até aplicações em outras áreas, tais como automotiva, residencial, bancária, escritório, agrícola, sistemas elétricos, etc. O mercado de trabalho para este profissional é amplo podendo ser as empresas clientes das técnicas de controle e automação, integração de sistemas e as que vendem/desenvolvem equipamentos para automação. Além do que, devido ao perfil abrangente do profissional e a diversidade de aplicação da automação o profissional poderá tornar-se um empresário, desenvolvendo e gerenciando seu próprio negócio.

Mercado de Trabalho

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O profissional pode atuar nas indústrias de automação, de informática, têxteis, metalúrgicas, de cerâmicas, automobilísticas, mecânicas etc.

O mercado de trabalho é crescente, especialmente na indústria nacional, na qual a automação é uma necessidade quando se busca maior competitividade (redução de custos e melhoria da qualidade).
Atualmente, a maioria dos profissionais que atuam neste mercado não tem preparo suficiente para o exercício da função. Cumpre salientar que o curso de Engenharia Mecatrônica foi criado justamente como uma resposta às necessidades das indústrias, especialmente de grande porte.

Matérias

- Acionamentos Fluído-Mecânicos
- Atividades Complementares
- Atividades Práticas Supervisionadas
- Cálculo com Geometria Analítica
- Cálculo de Funções de Várias Variáveis e Operadores de Campo
- Ciência dos Materiais
- Ciências Sociais
- Cinemática de Mecânismos
- Cinemática dos Sólidos
- Circuitos Fluído-Mecânicos
- Complementos de Física
- Complementos de Química Aplicada
- Comunicação e Expressão
- Controle e Automação de Sistemas
- Desenho Técnico
- Desenvolvimento Sustentável
- Dinâmica dos Fluídos

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Medicina

É a ciência que investiga a natureza e as causas das doenças humanas, procurando sua cura e prevenção. A saúde humana é o objeto de estudo do médico. Ele pesquisa e trata disfunções e moléstias, escolhendo os melhores procedimentos para preveni-las e combatê-las. Para isso, tem de estar sempre bem informado a respeito de novas drogas e equipamentos que proporcionem aos pacientes os diagnósticos e os tratamentos mais avançados e eficientes. Com um conhecimento aprofundado dos órgãos, sistemas e aparelhos do corpo humano, faz diagnósticos, pede exames, prescreve medicamentos e realiza cirurgias. Participa também de programas de prevenção e de planejamento da saúde coletiva. Há trabalho para o médico em hospitais, clínicas, postos de saúde e empresas. Grande parte atua também em consultório próprio. Pode trabalhar ainda como consultor em sites especializados, voltados para o exercício da Medicina.


Fique de Olho

Alguns cursos de Medicina estão sendo supervisionados pelo MEC por não atingirem resultados satisfatórios no Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no Indicador de Diferença entre os Resultados Esperado e Observado (IDD). Nos casos em que a instituição de ensino superior acata as exigências previstas no Termo de Saneamento de Deficiências, o processo é arquivado. Quando ela cumpre apenas parcialmente as exigências do MEC, ela sofre redução do número de vagas. Quando não se dá o cumprimento das medidas, o curso pode ser desativado. As instituições, no entanto, podem entrar com recurso junto ao Conselho Nacional de Educação. Segundo o MEC, até agosto de 2010, as determinações eram as seguintes: Encerramento da oferta do curso: Unig (campus Nova Iguaçu), UniNilton Lins,

O mercado de trabalho

"Os formados encontram mais vagas na rede privada de hospitais. Na rede pública, a maior rotatividade está no atendimento de emergência", diz Lucio Pereira de Souza, coordenador do curso da UFRJ. O Sudeste concentra 55% dos profissionais e Norte e Nordeste têm falta de médicos. Enquanto São Paulo tem a maior concentração de profissionais - um médico para 239 habitantes -, em Roraima a proporção é de um para 10.306, média inferior à de nações africanas pouco desenvolvidas, segundo pesquisa do Conselho Federal de Medicina. Além de ter poucos médicos, o estado do Amazonas ainda registra que 88% deles estão em Manaus. "Por isso estamos desenvolvendo estratégias para que a progressão da carreira do médico via concurso público se dê como na magistratura. Ele é enviado para uma cidade onde os serviços dele são mais urgentes, e o profissional é transferido depois de acordo com essa necessidade", explica Desire Carlos Callegari, primeiro-secretário do Conselho Federal de Medicina. Os estados do Norte e do Nordeste têm oferecido mais vagas aos médicos no setor público, principalmente por intermédio do Programa Saúde da Família (PSF). Quem estiver disposto a abdicar da infraestrutura das grandes metrópoles pode encontrar vagas nas regiões mais afastadas. O aumento na proporção de idosos na população brasileira é um fator que promete aquecer as áreas de cardiologia e geriatria, sobretudo em cidades de médio e grande portes. O mercado também se abre para novas áreas, como genética e estudos sobre os mecanismos da memória. Há procura, ainda, por médicos do trabalho e alergistas, em regiões com grande concentração industrial, e também por médicos intensivistas (que trabalham em UTIs). Em todo o Brasil também há oportunidades para os graduados que querem se dedicar à formação de outros alunos de Medicina e à pesquisa - para essa última é requerida pós-graduação. 

Salário inicial: R$ 2.860,00 (24 horas semanais em hospitais, clínicas, casas de saúde, laboratórios de pesquisas e análises clínicas; fonte: Sindicato dos Médicos de São Paulo).

O curso

O currículo é puxado, o período é integral e há seminários e pesquisas, além dos plantões em hospitais. Nos dois primeiros anos, o aluno aprende matérias básicas, como anatomia e patologia. Outras disciplinas são bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, fisiopatologia dos sinais e sintomas das doenças, entre outras. Boa parte das instituições de ensino oferece disciplinas práticas no início do curso para que o aluno vá se familiarizando com as atividades. Lidar com pacientes, só a partir do terceiro ano, nas disciplinas profissionalizantes e no treinamento em atendimento. Os dois anos de residência médica, depois de formado, são para o graduado se especializar. 

Duração média: seis anos.





Medicina Veterinária

Só amar os bichinhos não basta. O médico veterinário tem de ter vocação para a área da saúde e sangue frio para ministrar cuidados, que vão desde aplicar uma simples injeção até sacrificar um animal doente. O profissional não só é responsável pelos cuidados com os bichinhos, como também responde por inspeções e fiscalizações sanitárias, além de medidas de saúde pública em relação a zoonoses, doenças que atingem tanto seres humanos quanto animais.
Mercado - O veterinário é único habilitado a cuidar da saúde dos animais em todas as suas modalidades, o que abre uma inifinidade de áreas de atuação. O médico veterinário Diego Severo, que trabalha nos Laboratórios Vencofarma do Brasil, no Estado de Goiás, considera, entretanto, que o mercado encontra-se saturado nos grandes centros do País. Já no Interior do Brasil, o cenário é bem diferente. "Há um aumento de demanda por profissionais no Interior, em função da boa fase que o Brasil vive na área de produção de alimentos", avalia.
O professor do curso mantido pela Universidade da Região da Campanha (Urcamp/RS) Roberto Baltodano explica que o fato de o Brasil possuir o maior rebanho comercial bovino do mundo oportuniza ao acadêmico buscar especialização em determinadas regiões do País onde a pecuária é uma das principais cadeias produtivas, como é o caso de Alegrete, cidade onde se localiza o Campus da Urcamp, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul.
Segundo Roberto Baltodano, o mercado de trabalho para os médicos veterinários nunca esteve tão promissor no Brasil. Isso se observa tanto na iniciativa privada como no serviço público. "Aumentou o número de concursos na área da saúde pública, principalmente nas prefeituras, pela necessidade de fiscalização sanitária", revela. No setor de animais de estimação o crescimento também é significativo, assim como na bovinocultura de leite, suinocultura e avicultura.
As universidades e órgãos federais e estaduais também são uma boa opção, em função da ampliação no campo da pesquisa. "O perfil desejado dos profissionais é o que busca constantemente o aprendizado e o aperfeiçoamento por meio de diversas alternativas, como MBAs, pós-graduações e cursos", afirma Diego Severo.
É pra você? - Como os estudantes de medicina, o futuro veterinário deve estudar bastante, já que o curso, de cinco anos, é bem complexo. Depois de formado, o profissional da veterinária deve ter disponibilidade de residir e trabalhar no Interior, principalmente em função das oportunidades do setor de pecuária e de alimentos.
O que vem por aí - Para o professor Roberto Baltodano, a biotecnologia deve ganhar mercado, principalmente, nas novas alternativas de criação que respeitem o bem-estar animal. Hoje, técnicas modernas utilizadas na linha humana já são aplicadas na área veterinária, como a T.E. (transferência de embriões), a F.I.V. (fertilização in vitro), a clonagem e pesquisas com células-tronco. Já Diego Severo avalia que o profissional do futuro terá atuação em áreas menos convencionais da Medicina Veterinária, como a homeopatia e a área ambiental.
Diferencial - O aluno deve estudar desde o começo da faculdade. Além disso, é importante buscar um foco, já que a profissão é multi-segmentada. O estágio é obrigatório.

Matemática

Profissional com sólida formação em Matemática, acrescida de formação pedagógica consciente e crítica e de conhecimentos de informática que lhe possibilitam exercer o magistério com competência, qualidade, criatividade e ética nos ensinos fundamental e médio e atuar em outras áreas.

Mercado de trabalho

O profissional pode atuar em escolas, empresas de consultoria, companhias de engenharia, empresas de pesquisa operacional, institutos de pesquisa, empresas do setor de informática e processamento de dados.
Atualmente a tendência é mesclar cada vez mais a matemática com a informática, oferecendo assim uma ótima qualidade profissional ao mercado, que, cada vez mais, tem absorvido estes especialistas.

Atividades Principais

  • Lecionar no ensino fundamental e médio;
  • solucionar problemas concretos, utilizando os conceitos matemáticos, nas áreas tecnológica, econômica e administrativa;
  • criar sistemas e modelos teóricos de todos os campos da pesquisa, procurando solucionar problemas práticos;
  • atuar como elemento de suporte nas áreas tecnológicas, principalmente na engenharia;
  • atuar na parte administrativa das empresas;
  • efetuar planejamento e organização estatística das empresas.

Matérias

- Aspectos Antropológicos e Sociológicos da Educação
- Filosofia da Educação
- Fundamentos de Geometria
- Análise Textual
- Matemática Básica
- Trigonometria
- Introdução Ao Cálculo Diferencial 
- Metodologia Científica
- Fundamentos de Geometria Ii
- História da Educação no Brasil
- Psicologia Do Desenvolvimento e da Aprendizagem
- Raciocínio Lógico
- Lógica Matemática
- Cálculo I
- Construção Geométrica
- Didática
- Educação Especial
- História da Matemática
- Geometria Descritiva
- Cálculo Vetorial e Geometria Analítica
- Educação Ambiental
- Numeros Complexos e Equações Algebricas
- Políticas Públicas e Organização da Edu. Básica
- Tendências Em Educação Matemática

Letras

É o estudo da língua portuguesa e de idiomas estrangeiros e de suas respectivas literaturas. O bacharel em Letras pesquisa e ensina o português e idiomas estrangeiros e a literatura brasileira e de outros povos. Em geral, ele se especializa em uma língua moderna, como inglês, espanhol, francês e alemão. Mas também pode dedicar-se a línguas clássicas, como latim e grego. Essa é uma área em que é preciso estudar sempre, a fim de manter o domínio dos idiomas e estar atualizado com as novas expressões idiomáticas. O principal campo de trabalho está nas escolas do Ensino Fundamental e Médio ou de idiomas. Mas também há espaço em editoras, para fazer a preparação de originais e para revisar e traduzir textos, e nas áreas de interpretação e secretariado bilíngue.

Dúvida do Vestibulando

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE LETRAS, TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO E LINGUÍSTICA?
O profissional de Letras estuda temas que incluem a história, a estrutura e o funcionamento de uma ou mais línguas e a cultura e a literatura de povos. Se o interesse profissional for trabalhar com traduções e interpretações de textos técnicos, científicos, comerciais e literários, seja escrita, seja oral, o curso de Tradução e Interpretação é o mais adequado. O linguista atua com a descrição e a análise das línguas. Estuda, por exemplo, a significação fonética, a análise do discurso e a aquisição da linguagem.

O mercado de trabalho

Quem opta pela licenciatura tem boas perspectivas em todo o país. Escolas das redes pública e particular contratam professores de português, espanhol ou inglês. Os formados que obtêm o título de mestre ou doutor podem lecionar em universidades e desenvolver projetos de pesquisa acadêmica. Mas é preciso desmistificar que o campo da docência seja o único possível. "O bacharel pode trabalhar em muitas áreas", afirma Nair Lema Fobé, coordenadora do curso da PUC-Campinas. "Nas editoras de revistas e livros, o campo é bom: essas empresas precisam dos serviços de revisores de textos, em especial nestes primeiros anos de adaptação à Nova Ortografia da Língua Portuguesa", completa. O especialista também é requisitado por empresas para treinar os funcionários na fluência de idiomas, ensinar português para estrangeiros, bem como realizar traduções e versões de documentos. É possível atuar como intérprete em eventos ou para grupos estrangeiros em visita ao Brasil. Um segmento em ascensão é o de "localização" - tradução dos comandos e manuais dos programas de computador importados. 

Salário inicial: R$ 950,00 (professores de ensino fundamental II da rede pública estadual, sem gratificações, por 24 horas semanais; fonte: Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

O curso

Análise literária, produção de textos, tradução e pesquisa sobre a evolução e o uso dos idiomas ocupam boa parte da carga horária. Entre as matérias teóricas estão teoria literária, semântica e fonologia, além de língua portuguesa e literaturas portuguesa e brasileira. Em algumas universidades, o aluno opta logo no vestibular por um ou mais idioma estrangeiro; em outras, ele escolhe após o ciclo básico. Há escolas que oferecem as duas formações, a de bacharel e a de licenciado, para essa última, o estágio é obrigatório. Para dar aulas é preciso fazer licenciatura. Fique de olho: Há alguns cursos com enfoque específico, como Língua Estrangeira Aplicada à Negociação Internacional (Uesc e UFPB); Linguagem e Comunicação (UFPR), que habilita para lecionar e atuar em comunicação organizacional; e formação de escritores (PUC-Rio e Ucam). 

Duração média: quatro anos. 

Outros nomes: Espanhol; Espanhol e Lit.; Líng. Estrangeira Aplic. à Negociação Intern.; Linguagem e Comun.; Port. e Espanhol.

O que você pode fazer

Editoração

Trabalhar na preparação de textos, da seleção dos originais à tradução, padronização e revisão.

Ensino

Lecionar em classes de Ensino Fundamental, Médio e Superior ou em escolas de idiomas. Treinar funcionários de empresas na fluência de idiomas estrangeiros.

Tradução

Verter textos do português para línguas estrangeiras, ou vice-versa, em editoras, agências de publicidade, empresas estrangeiras e em laboratórios de dublagem e legendagem de filmes e vídeos.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Jornalismo

Uma das profissões que mais têm despertado o interesse dos vestibulandos, o Jornalismo atravessa uma fase de mudanças. Os nichos clássicos de desenvolvimento profissional, como rádio, jornal e televisão, dividem espaço hoje com sites e portais de Internet, que se tornaram importantes fontes de informação. As atividades de assessoria de imprensa também oferecem boas oportunidades para os jornalistas.
O curso tem duração de quatro anos, e o currículo enfatiza a formação humanista do estudante. O objetivo é habilitar o jornalista a registrar os fatos e transmiti-los ao público em forma de notícias, reportagens, artigos de opinião, entre outros. As faculdades também fornecem disciplinas complementares, como noções de administração, economia e informática, conteúdos essenciais para um mercado de trabalho que também pode exigir empreendedorismo, como a abertura de uma empresa jornalística.
Mercado - A jornalista Daniela Madeira, diretora da Agência Radioweb, destaca que a Internet permite diversas possibilidades ao jornalista. "Os brasileiros são os que ficam mais tempo online. Audiência não é problema, o negócio mesmo é a diferenciação", afirma. Conforme Daniela, a opção por produzir para a web é atrativa também pelos custos menores se comparados aos veículos ¿físicos¿. Permanecem como áreas importantes de atuação os jornais impressos, revistas, emissoras de televisão, de rádio e assessoria de imprensa em empresas públicas e privadas. Para a área de ensino, formação acadêmica mais específica, com mestrado e/ou doutorado, é exigida. A remuneração salarial é diferenciada por Estados, conforme os sindicatos. Na média, o salário inicial é de R$ 1.000.
É pra você? - Entre as aptidões necessárias, especialistas destacam o interesse pela leitura, que deve ser reforçado constantemente. A curiosidade, uma das características essenciais do jornalista, faz com que o profissional esteja sempre em busca de um enfoque novo, o "furo", no jargão jornalístico. Também são essenciais ao jornalista a capacidade de observação, o raciocínio lógico, habilidade para escrever com clareza e concisão, e equilíbrio emocional diante de pressões.
O que vem por aí - A disseminação de novas tecnologias, como Internet e celulares, abriu novas vagas e tem promovido uma mudança no perfil do profissional. Não basta apurar e redigir bem uma reportagem, é preciso pensar em como torná-la atraente para Internet e outros meios. Dessa forma, o jornalista hoje deve acompanhar o desenvolvimento de novas ferramentas. Os blogs também vêm se disseminando como meio de informação. Em áudio e vídeo, podcasts e telejornais exibidos via Internet vêm ganhando espaço no mercado, que era dominado pelas mídias tradicionais.
Diferencial - Para se diferenciar ainda durante a faculdade, a participação em estágios é fundamental. Desde os primeiros semestres, a inserção gradual no mercado de trabalho ajuda o estudante a se familiarizar com as especificidades do trabalho. Estudante do oitavo semestre de Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Guilherme Castelli salienta que, além dos estágios, é importante também se dedicar nos trabalhos acadêmicos. "Muitas vezes são eles que nos dão a prática que, mais tarde, o mercado irá exigir", diz.
Atualmente, ele estagia na assessoria de imprensa de uma empresa da comunicação, após ficar por um tempo na área de relações corporativas de um banco. "O trabalho em assessoria de imprensa surgiu como uma alternativa. Concordo com quem diz que é algo bem diferente do jornalismo praticado em veículos, quase o oposto. Em alguns quesitos, como remuneração e condições de trabalho, oferece vantagens", afirma Castelli.